DEFICIÊNCIA HORMONAL DEVE SER CORRIGIDA

METABOLISMO - HORMÔNIOS

30 de abril de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: OBESIDADE (SOBREPESO, OBESIDADE ABDOMINAL, OBESIDADE CENTRAL, OBESIDADE VISCERAL, GORDURA INTRA-ABDOMINAL, DIFICULDADE PARA EMAGRECER)

NA INFÂNCIA MAIS DO QUE DUPLICA O RISCO DE MORRER ANTES DOS 55 ANOS, OS EFEITOS DAS DISFUNÇÕES METABÓLICAS QUE ATRAVÉS DA SÍNDROME METABÓLICA COM SEUS SINAIS E SINTOMAS CARACTERIZARAM OS COMPROMETIMENTOS DESASTROSOS DA FISIOLOGIA HUMANA INEVITAVELMENTE.

Estudos recentes que foram publicados confirmam diversos dados de pesquisa científica efetuada em longo prazo com 5.000 crianças, que demonstra que a obesidade (sobrepeso, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, gordura intra-abdominal, dificuldade para emagrecer) na infância, mais que duplica o risco de morrer antes dos 55 anos. Apesar de este fato ser intuitivo devido à grande carga metabólica provocada pelo excesso de gordura, de revestimento corporal e as conseqüentes disfunções biofísicas, como as articulares, mudanças de ponto geométrico orgânico – corporal, comprometendo articulações, o efeito gatilho que leva a resistência insulina, e com o passar do tempo todos os efeitos das disfunções metabólicas que através da síndrome metabólica com seus sinais e sintomas caracterizaram os comprometimentos desastrosos da fisiologia humana inevitavelmente irão comprometer o adulto, caso não ocorra uma intervenção agressiva para não permitir a deflagração de um desastre anunciado. A obesidade em crianças é um problema que deve ser levado a sério. Embora os pesquisadores já soubessem deste problema por anos, esta pesquisa é a confirmação definitiva dos riscos da obesidade (sobrepeso, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, gordura intra-abdominal, dificuldade para emagrecer) na criança
O que esta pesquisa mostra, em particular, é o excessivo número de mortes prematuras causadas em adultos, pela obesidade (sobrepeso, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, gordura intra-abdominal, dificuldade para emagrecer), desorganização do colesterol total, LDL- mau colesterol, HDL – bom colesterol, triglicérides, desencadeamento possível de diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial sistêmica que culminará com o comprometimento cardíaco e devemos compreender que tudo pode ter começado quando criança. Embora os dados recentes sugiram um nivelamento da obesidade, 1 em cada 6 adolescentes é obeso, esta desproporção tem aumentado de forma significativa, e as estatísticas projetam esses valores caírem para a metade a curtíssimo prazo, principalmente se considerarmos a mudança problemática das crianças em frete de uma televisão, vídeo game, computador, pouco tempo para atividades físicas ou que provoquem a termogênese ou queima de gorduras através de atividades normais. Acrescente-se a isto os famosos “Fat – Foods” ou como alguns ingênuos ainda insistem em denominá-lo de fast - food.

Dr. João Santos Caio Jr. 
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
CRM 20611 

Dra. Henriqueta V. Caio 
Endocrinologia – Medicina Interna
CRM 28930


Como Saber Mais:
1. Embora os dados recentes sugiram um nivelamento da obesidade, 1 em cada 6 adolescentes é obeso, esta desproporção tem aumentado de forma significativa....
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2. O sobrepeso e obesidade na infância, mais que duplica o risco de morrer antes dos 55 anos...
http://obesidadecontrolada3.blogspot.com

3. Em obesos adultos, pode o comprometimento cardíaco e devemos compreender que tudo pode ter começado quando criança...
http://obesidadeinfantojuvenil.blogspot.com



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Referências Bibliográficas:
LOUISE CHANG. MD, WILLIAM C. KNOWLER, MD, DRPH - CHEFE DE EPIDEMIOLOGIA DO DIABETES E SEÇÃO DE PESQUISA CLÍNICA DO INSTITUTO NACIONAL DE DIABETE E DOENÇAS DIGESTIVAS E DO RIM.

NEW ENGLAND JOURNAL OF MEDICINE.






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29 de abril de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: NUTRIÇÃO - PAIS COM CRIANÇAS PEQUENAS NÃO TEM UM ESTILO DE VIDA SAUDÁVEL,

ESTE FATO IRÁ CAUSAR SÉRIOS PROBLEMAS NO FUTURO PARA OS FILHOS. QUE TERÃO GRANDE PROBABILIDADE DE TEREM PESO, SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE INTRA ABDOMINAL, VISCERAL OU CENTRAL.

Não é uma surpresa para os pais, mas um novo estudo revela que a presença de filhos pequenos pode tornar mais difícil manter um estilo de vida saudável. É importante que o nutricionista discuta a dieta e a atividade física com os novos pais, incentivando novos comportamentos saudáveis e construindo um hábito alimentar saudável para os seus filhos. Ser pai é um acontecimento comum na idade adulta jovem, mas pouco se sabe sobre a ligação da paternidade com a saúde quando relacionados com o peso, sobrepeso, obesidade, obesidade intra abdominal, visceral ou central.
Compreender os comportamentos alimentares dos pais é importante porque os hábitos de vida podem ser adquiridos na idade adulta e conseqüentemente transmitida aos filhos. Foi feito um estudo comparando a ingestão alimentar, atividade física e índice de massa corporal (IMC) entre pais com crianças de idade média de 5 anos contra esses fatores em adultos jovens sem filhos. Os pesquisadores analisaram dados de 838 mulheres e 682 homens de diversas origens étnicas e sócio-econômicas. Associações entre o estado de saúde dos pais, consumo alimentar, horas de atividade física e IMC foram avaliados de acordo com o sexo de cada um. Muitos comportamentos alimentares foram semelhantes entre pais e jovens sem filhos e terão grande probabilidade de terem aumento de peso, sobrepeso, obesidade, obesidade intra abdominal, visceral ou central. Comparado com as mulheres sem filhos, no entanto, as mães relataram maior consumo de bebidas adoçadas com açúcar, maior ingestão de calorias, gordura saturada e tinham IMC acima da média. Os pais não apresentaram uma diferença no IMC quando comparado com os que não tinham filhos. Em relação á atividade física, as mães e os pais tinham uma vida mais sedentária. 
Os resultados deste estudo mostraram uma má qualidade de vida e estado nutricional entre os pais e revelam que as mães podem ter maior risco de sobrepeso e outros comportamentos negativos sobre a saúde do que os pais. É essencial a presença de um nutricionista para auxiliar na reeducação alimentar,promovendo hábitos alimentares adequados, reduzindo as práticas dietéticas insatisfatórias e conquistando a melhoria geral do estado nutricional tanto dos pais quanto dos filhos e evitando ser enquadrado na estatística do O.M.S. como pessoas acima do peso, sobrepeso, obesidade, obesidade intra abdominal, visceral ou central, temos a certeza que não é o legado que pretendemos deixar para nossos filhos.


Dr. João Santos Caio Jr. 
Endocrinologia – Neuroendocrinologista
CRM 20611

Dra. Henriqueta V.Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
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Como Saber Mais:
1.É essencial a presença de um nutricionista para auxiliar na reeducação alimentar...
http://nutricaocontrolada.blogspot.com

2. As mulheres ingerem mais calorias do que os homens...
http://aterosclerose.blogspot.com/

3. Presença de filhos pequenos pode tornar mais difícil manter um estilo de vida saudável...
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Referências Bibliográficas:
Jerica M. Berge, Nicole Larson, Katherine W. Bauer and Dianne Neumark-Sztainer.; Are Parents of Young Children Practicing Healthy Nutrition and Physical Activity Behaviors?. Pediatrics published online Apr 11, 2011 DOI: 10.1542/peds.2010-3218.


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20 de abril de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: A PERDA DE PESO NO DIABETES MELLITUS TIPO 2, NÃO NECESSÁRIAMENTE INSULINO DEPENDENTE, É UM FATOR CRUCIAL


PARA O TRATAMENTO DESTA DOENÇA SILENCIOSA E GRAVE, ALÉM DE PROGRESSIVA SE NÃO HOUVER UM TRATAMENTO ADEQUADO, MESMO QUE SEJA PEQUENAS PERDAS DE PESOS SOBREPESO, OBESIDADE INTRA - ABDOMINAL, VISCERAL OU CENTRAL, NORMALMENTE ESSES PACIENTES PERDEM MENOS PESO E COM TAXAS MAIS LENTAS DO QUE INDIVÍDUOS NÃO-DIABÉTICOS.

A prevalência (aumento) de diabetes mellitus tipo 2 aumentou dramaticamente ao longo das poucas décadas, na sequência da epidemia de obesidade seja ela sobrepeso, obesidade intra - abdominal, visceral ou central, aumentando continuamente.  Estimativas recentes sugerem que cerca de 80-90% dos pacientes com diabetes tipo 2 estão com sobrepeso ou obesos, , obesidade intra - abdominal, visceral ou central. Evidências de escala populacional estudos de grande porte apóiam fortemente esta estreita associação, identificar a obesidade como um dos “termostatos” importantes de fatores de risco para diabetes tipo 2. 

Além disso, o acúmulo de gordura abdominal também está diretamente associada a um risco aumentado de obesidade relacionados complicações cardiometabólico (cardiovasculares), a circunferência da cintura o tem sido reconhecido como um fator de risco independente para diabetes tipo 2.  Obesidade é a base da fisiopatologia do diabetes mellitus tipo 2, induzindo resistência à insulina e disfunção das células beta pancreáticas (produtoras da insulina).  Estes mecanismos subjacentes da doença geralmente tem progresso durante vários anos antes da manifestação clínica do diabetes tipo 2 (é uma doença desastrosa e silenciosa), e se o excesso de massa gorda é mantida ou aumenta com o tempo, a hiperglicemia (aumento do açúcar no sangue), é susceptível de se tornar progressivamente pior.
Assim, a perda de peso é crucial na prevenção da progressão da pré-diabetes para diabetes tipo 2 franco.  Além disso, em pacientes que já tenham sido diagnosticadas com diabetes mellitus tipo 2, a perda de peso pode ajudar a retardar a história natural da doença e retardar a necessidade de intensificação da terapêutica com insulina.  Entretanto, a redução de peso em pacientes com sobrepeso e obesos, obesidade intra - abdominal, visceral ou central com diabetes tipo 2 pode ser um desafio. Normalmente esses pacientes perdem menos peso e com taxas mais lentas do que indivíduos não-diabéticos, devido à desregulação metabólica, possíveis co-morbidades que limitam a atividade física e a falta de aderência à dietaEsse problema é ainda mais complicada pelo ganho de peso associado com muitos tratamentos diabético, incluindo alguns de redução como os agentes orais (sulfonilureias ou seja, glinidas e TZDs), insulina, e também, vários medicamentos prescritos para diabetes com  co - morbidades comuns (alguns beta-bloqueadores, antidepressivos, antipsicóticos e agentes neurológicos). Importante, tem sido demonstrado que em pacientes com diabetes tipo 2, mesmo modesta redução sustentada do peso corporal inicial (5-10%) pode reduzir significativamente as complicações relacionadas a diabetes, melhorando o controle glicêmico, perfil lipídico (colesterol total LDL-colesterol,HDL –colesterol, triglicérides) e pressão arterial. 

Dr. João Santos Caio Jr.
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2. Obesidade é a base da fisiopatologia do diabetes mellitus tipo2...
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3. A perda de peso é crucial na prevenção da progressão da pré-diabetes para diabetes tipo 2 franco...
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Referências Bibliográficas:
E Ravussin, SR Smith. O aumento da ingestão de gordura, diminuição da oxidação de gordura e falta de proliferação de células de gordura em resultado o armazenamento de gordura ectópica, resistência à insulina e diabetes mellitus tipo 2. Ann NY Acad Sci. 2002;. 967:363-978. Ferreira eu MB Snijder, JW Twisk, et al. Central de massa gorda em relação a massa gorda e magra periféricos: oposto (negativo versus favorável) associações com rigidez arterial? O Crescimento de Amesterdã e do Estudo Longitudinal de Saúde. J Clin Endocrinol Metab. 2004;. 89:2632-2639 TS Burgert, Taksali SE, J Dziura, et al. níveis de alanina aminotransferase e fígado gordo da obesidade infantil: associações com a resistência à insulina, adiponectina e gordura visceral. J Clin Endocrinol Metab. 2006;. 91:4287-4294. Randle Garland, PB PJ, CN Hales, EA Newsholme. A glicose no ciclo do ácido graxa. Seu papel na sensibilidade à insulina e os distúrbios metabólicos da diabetes mellitus. Lancet. 1963;. 1:785-789. Frayn KN. Visceral e resistência à insulina gordura - causal ou correlativa. Br J Nutr. 2000; 83 Suppl 1: S77-. S71. Gade W, J Schmit, Collins M, J. Gade obesidade além: o diagnóstico e a fisiopatologia da síndrome metabólica.Sci Lab Clin. 2010; 23:51-61. Klein S, L Fontana, VL jovem, et al. Ausência de um efeito da lipoaspiração na ação da insulina e fatores de risco para doença cardíaca coronariana. N Engl J Med. 2004; 17:350:2549-2557. Mohammed BS, Cohen S, D Reeds, Young VL, S. Efeitos a longo prazo Klein de lipoaspiração de grande volume de fatores de risco metabólicos para doenças coronarianas. Obesidade (Silver Spring). 2008;. 16:2648-2651. Aumento na resistência à insulina no futuro americanos japoneses. Diabetes. 2008;. 57:1269-1275  Lear SA, KH Humphries, S Kohli, Chockalingam A, Frohlich Birmingham, CL JJ. Acúmulo de tecido adiposo.








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18 de abril de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: O SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL, INTRA-ABDOMINAL, CENTRAL, VISCERAL É UM ENORME PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA


NO MUNDO TODO E AS CRIANÇAS E ADOLESCENTES TÊM SIDO ESPECIALMENTE OBSERVADOS QUANTO A ESCOLHA DO FAST-FOOD E COMO ELES E SEUS PAIS REAGEM À PRESENÇA DO RÓTULO COM O TOTAL DE CALORIAS NO PRODUTO.


O sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral é um enorme problema de saúde pública no mundo todo e as crianças e adolescentes têm sido especialmente observados nesta questão. Uma preocupação notável é o consumo de fast-food feito pelas crianças e adolescentes.

No entanto, sabemos muito pouco sobre como as crianças, os adolescentes ou os pais fazem as escolhas de fast-food, incluindo a forma como eles reagem às calorias obrigatórias descritas nos rótulos. Foram examinadas as escolhas de fast-food de crianças e adolescentes, e a influência das calorias obrigatórias descritas nos rótulos, em comunidades de baixa renda e em cidades de regiões demográficas diferentes. As observações foram efetuadas, antes e depois da rotulagem obrigatória com a quantidade de calorias referente a cada produto, e foram observados quatro dos maiores redes de fast-food.

No total de crianças e adolescentes, com idades entre 1-17 anos, que visitaram redes de fast-food com seus pais (69%) ou sozinhos (31%), antes ou depois da rotulagem ser efetuada, no total 90% eram de grupos de minorias étnicas ou raciais. Não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas, no que se referia às calorias contidas nos produtos adquiridos, antes e depois da rotulagem; muitos adolescentes disseram perceber os rótulos de calorias quando entraram no estabelecimento e outros levaram em consideração o total de calorias do produto adquirido quando fizeram o pedido (9%). Aproximadamente 35% dos adolescentes comia fast-food seis ou mais vezes por semana e 72 % dos adolescentes disseram que o sabor era o fator mais importante na hora da escolha da refeiçãoEm sua maioria, os adolescentes disseram que os pais pouca influência tinham na escolha de sua refeição. Concluiu-se que, crianças e adolescentes em comunidades de baixa renda, respondem ao anúncio de calorias de forma semelhante aos adultos, embora crianças e adolescentes disseram ser ligeiramente menos sensíveis a elas que os adultos. Não foram encontradas evidências de que, a rotulagem de alimentos, influenciaram a escolha de crianças e adolescentes, ou as escolhas alimentares feitas pelos pais para as crianças nesta população. Será que devemos deixar estes hábitos para nossos filhos? É este mundo que será nosso legado para os que virão ?



Dr. João Santos Caio Jr 
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Referências Bibliográficas:
B Elbel, Gyamfi J e Kersh R, New York University School of Medicine, New York, NY, EUA, New York University School Wagner de Serviço Público, New York, NY, EUA, International Journal of Obesity (2011) 35, 493-500, doi: 10.1038/ijo.2011.4, 15 de fevereiro de 2011.









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